terça-feira, 15 de outubro de 2013

Resenha: Cidades de Papel

Título: Cidades de Papel
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 368
Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte. Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.
Cidades de Papel é sobre um garoto comum chamado Quentin Jacbson ou apenas Q. Ele não é popular, loser ou nerd. É só Q. E ele tem uma paixão enorme pela Margo Roth Spiegelman. Uma garota popular que encanta qualquer um por onde passa. A Margo me lembrou muito a Alasca do Quem é você, Alasca? (outro livro do Green). Desde dos pequenos detalhes como usar azul para se vingar dos inimigos até os grandes como as histórias malucas, passado de fugas e esconderijos secretos.

Q está acostumado a vida normal e entediante dele quando Margo, de rosto pintado, invade seu quarto com uma espécie de missão a ser comprida: um plano de vingança. “Gostava de sentir tédio. Não queria gostar, mas gostava. E assim, o cinco de maio poderia ter sido um outro dia qualquer — até pouco antes de meia-noite, quando Margo Roth Spiegelman abriu a janela sem tela do meu quarto pela primeira vez desde que me mandara fechá-la nove anos antes. (página 32)”

Depois de uma noite que lhe rendeu boas risadas e momentos inesquecíveis, Q está certo de que no outro dia sua vida pode mudar totalmente já que ele e Margo fizeram muitas coisas juntos na noite passada. Mas logo ele se depara com sua ausência no dia seguinte. E nos próximos também. Aos poucos Q começa a perceber que tem algo  de errado. Então ao decorrer do livro ele passa a seguir as pistas deixada por Margo para reencontrá-la novamente.
Cidades de Papel acabou sendo um livro cheio de mistérios bem estilo John Green mesmo. Cheio de diálogos inteligentes, pistas estranhas, personagens nerds e metáforas que pregam na sua mente. E como todo livro do Green, ele nos ensina como viver a vida da melhor maneira possível e como entender a nós e aos outros.  

— Você não está preocupada com o… para sempre? — O para sempre é composto de agoras — diz Margo. (página 351)
 

2 comentários:

  1. Já li A Culpa é das Estrelas e gostei bastante. Quero muito ler Cidades de Papel e acho que deve ser muito bom.
    Amei o blog, seguindo, retribui?

    http://infinitoparticulardoslivros.blogspot.com.br/

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  2. Li muitas resenhas desse livro, e muita gente falando super bem rs nunca li nada desse autor ! esse livro me parece atraente :3

    guitarrebel.blogspot.pt

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